10 de março de 2009

Nem só de arquitetura se vive uma arquiteta. Às vezes, na falta de projeto, temos que canalizar nossa criatividade para outras atividades. Meu irmão sempre foi um grande incentivador desse lado meu. E agora, participando da Volta à Ilha 2009, me pediu para criar um logo para a equipe dele (formada por goianos e afins). O trevinho foi uma homenagem à atual morada dele (Irlanda).

Diga-se de passagem... Por uma questão de economia, alteraram o esquema de cores. Não vou dizer que ficou ruim, mas bonito também não ficou! Que lástima!

Sal.

21 de fevereiro de 2009

Carnaval

Carnaval - Brasil

Pra mim carnaval é uma data qualquer, definitivamente não tem nada de especial. Aliás, existem apenas duas coisas que me animam no carnaval: o fato de ser uma data comemorativa e logo a logo do google é alterada (eu amo quando eles fazem isso) e os dias de recesso! Considerando que tenho vivido um recesso contínuo, fica valendo apenas a logo carnavalesca do google!

19 de fevereiro de 2009

Lista de doodles especiais, por ordem de criação... Esses doodles saem em sequência para celebrar alguma data comemorativa. Alguns nem se referem a uma data específica, como é o caso dos Aliens, mas são todos muito legais de serem acompanhados!

1 - Aliens
2 - 4th July
3 - Summer Games 2000
4 - Holydays 2001
5 - Winter Games 2002
6 - Holydays 2002
7 - Holydays 2003
8 - Summer Games 2004
9 - Holydays 2004
10 - Holydays 2005
11 - Winter Games 2006
12 - Holidays 2006
13 - Holidays 2007
14 - Summer Games 2008
15 - Holidays 2008

16 de fevereiro de 2009

9 crimes

Hoje fez um ano que o Arthur se foi...
Um ano de muitas coisas, na verdade!

31 de janeiro de 2009

Naive

Isso sim é uma facada na criatividade....
Só para criar um vínculo gramatical com minha tutora de português e redação favorita, que por coincidência é minha mãe, resolvi imprimir o post "o bêbado e o cego" para que ela o lê-se e comentasse. Texto na mão, óculos posicionados e aquela carinha de professora durona, pronta para cravar seus comentários ferrenhos em quem fosse o autor:
_ Quem escreveu isso?
_ Achei na net... - respondi com uma cara tão lavada que denunciava descaradamente que a resposta era mentira.
Ela continuou a ler, demonstrando interesse.
_ Cecília Meirelles. - Ela dise, interrompendo o silêncio.
_ O quê?
_ Este texto é uma cópia de um conto da Cecília Meirelles. Um que fala de um cachorro numa igreja... Não me lembro o nome...
Então ela esticou o braço me devolvendo o texto sem terminar sua leitura.
Simples, sutil e mortal.
Talvez essa denúncia de plágio pudesse ser considerada um elogio, mas como o texto nem foi totalmente lido me senti a pior das escritoras. Mas eu hei de me reerguer, amigos! E voltarei a escrever "coisinhas legais" sem medo de ser considerada apenas uma "copiadora de textos".
xoxo,
Sal.

19 de janeiro de 2009

That's not my name!

Uma das desvantagens de não ser tradicionalmente igual à todo mundo, é que cria-se a falsa idéia de que talvez, por ser diferente, às pessoas não te conheçam tão bem. Pode ser verdade, como pode também não ser. Vou deixar a dúvida, porque não quero solucionar esse mistério. Caso contrário, o que seria de mim? A verdade é que Gismálias, Giseltas, Evilseeds, Feinhas, Salamandras e etcs à parte, certas coisas são tão óbvias que custa acreditar.
Nunca fui muito fã de ir à missa. Talvez porque, baseada em uma experiência muito próxima, achasse tudo muito hipócrita. Ainda acho muito mais católico, acender um incenso e ajudar um cego a atravessar a rua do que bater ponto na missa aos domingos e ser incapaz de estender a mão ao vizinho porque este não é da mesma cor. Mas, de uns tempos pra cá, resolvi mudar minha conduta, e com certeza não é porque "se não vir por amor, virá pela dor".
Salamandrinha estuda no mesmo colégio católico onde fiz o 1ºGrau, local onde passei pelos maiores vexames da minha vida e também onde eu ia escondido até a capela das freiras rezar para que o meu pai voltasse pra casa. A reza não vingou, mas me tranquilizou. Foi nesse colégio também que eu aprendi sobre o "Negrinho do Pastoreio", e foi essa lenda que me salvou de uma surra que só Vó Luzia poderia contar com riqueza de detalhes e pureza, capazes de emocionar o mais descrente. É atrás dessa fé que estou à procura, independente da hipocrisia dos vizinhos ou do julgamento que poderão fazer de mim. Esse milagre é meu e ninguém pode tirar de mim!
xoxo,
Sal.

14 de dezembro de 2008

Sem licença para dirigir

Não fiz o curso de Cupido por correspondência.
As disciplinas da faculdade que tratavam do assunto? Matei todas!
Nunca acordei cedo para assistir às tele-aulas, e nem supletivo eu freqüentei (ainda estamos em 2008, então posso usar o trema)!
Sempre pratiquei a arte de formar casais sem nenhum tipo de aula teórica ou prática, apenas seguia o "feeling".
O resultado dessa prática ilegal, estaria estampado pelos corredores do CRM, se os cardiologistas pudessem tratar da Síndrome do Coração Partido, e eu seria objeto de estudo para teses e artigos, entraria para os anais da medicina como o "Leucócito fora de Controle".
Yeah...
Tudo em nome de um sonho... Que talvez, algum dia, num casamento remoto, alguém faça um brinde a mim e diga: "Valeu! sem você não estaríamos juntos!"
Entre mortos e feridos, ninguém se salvou. Nem eu, por sinal. Porque todas as flechas que tentei disparar tiveram um efeito colateral, e hoje tenho que conviver com a mais arrebatadora de todas as pós-flechadas: a perda do próprio alvo.